Nossa história
- mamadanielle
- 17 jun 2023
- 5 minuten om te lezen
Bijgewerkt op: 30 jan 2024
Sou Danielle, tenho 33 anos e sou mãe de quatro tesouros que foram e podem ainda estar sendo abusados sexualmente pelo pai deles. Eles foram tirados de mim pelos esforços do próprio pai pedófilo, da família deste e dos meus pais psicopatas gananciosos, que usaram um sistema judicial corrupto, já conhecido por raptar crianças (ver post: https://mamadanielle.wixsite.com/mama-danielle/post/tráfico-de-crianças-pela-agência-opgroeien) e também conhecido por encobrir escândalos de pedofilia (falarei sobre isto em outro post).
Eu era uma dona de casa e mãe de 3 filhos, uma mulher brasileira vivendo na Bélgica e casada com um homem belga.
Em dezembro de 2017, descobri que o meu então marido tinha abusado sexualmente dos meus (e dele próprio) filhos.
Já estava preocupada há algumas semanas com algumas conversas e comportamentos estranhos dos meus filhos, até que vi um comportamento "inapropriado" do pai deles e depois os meus filhos começaram a contar-me as coisas que ele costumava fazer com eles, que vos pouparei de ouvir.
Uma amiga ajudou-me a ir à polícia e os meus filhos foram interrogados, tendo ficado muito claro que tinham sido abusados sexualmente, o que foi confirmado pela própria polícia. Também foram encontradas conversas no computador do pai deles, onde ele escrevia abertamente a outro pedófilo sobre as coisas sujas que gostava de fazer com crianças e a sua preferência por crianças com menos de 10 anos de idade.
Encontraram também no computador dele, fotografias de crianças desconhecidas sendo estupradas por adultos.
O pai foi preso, mas foi libertado sob condições após apenas uma noite.
Ele e os pais dele iniciaram uma campanha para me rotularem de louca e assim descredibilizar as minhas declarações e as dos meus filhos. O que ajudou com que ele se safasse no final.
Os meus filhos foram colocados numa instituição onde permaneceram durante cerca de 8 meses.
Os assistentes sociais começaram então a redigir relatórios falsos para me desqualificar como mãe, alegando que eu tinha sido cúmplice ou criado essas histórias para as crianças. Classificaram-me como perigosa porque eu tinha fotografias do meu filho quando ele era um bebê de 1 ano brincando pelado. Incluíram isso na sua lista de "preocupações", juntamente com as acusações do meu ex-marido pedófilo e da família dele de que eu teria problemas mentais.
É importante saber que estes assistentes sociais trabalham para uma agência governamental chamada "Opgroeien" e que esta agência recebe entre 65.000 e 135.000 euros (em torno de 340.000 a 712.500 reais ) de subsídio por ano, por criança que retiram aos pais.
É também importante lembrar que houveram vários escândalos em que a justiça belga encobriu a pedofilia.
Após estes 8 meses numa instituição, os meus filhos foram entregues ao pai pedófilo com a condição de morarem com os pais dele, sob a desculpa de um novo "método" chamado "sinais de segurança " https://www.signsofsafety.net/ e utilizaram este mesmo método para me excluírem completamente da vida dos meus filhos.
Os assistentes sociais (conselheiros) escreviam sistematicamente em seus relatórios falsos que tinham "preocupações" sobre mim como mãe, descrevendo-me como uma doente mental e usando um diagnóstico falso como motivo para me manter longe dos meus filhos.
Eles começaram a criar condições e novas regras o tempo todo, de forma a sabotar completamente as visitas desde quase dois anos atrás. Isso significa que não vi nem falei com meus filhos durante todo esse tempo!
Para piorar as coisas, descobri há cerca de um ano que meus pais estavam ativamente envolvidos desde o início em ajudar a família do pedófilo por meio de difamação, escrevendo cartas difamatórias sobre mim para os assistentes sociais que são conselheiros do juiz de menores.
Isso provavelmente aconteceu por causa de suborno e/ou outros interesses pessoais.
Que tipo de avô ajudaria um pedófilo a tirar seus netos da filha que tentou fazer de tudo para protegê-los e deixá-los expostos a mais abusos? Bem, sim, eu sei que há pais que alugam seus próprios filhos para pedófilos, e é isso que meus pais psicopatas gananciosos estão fazendo com seus netos.
É uma pena que eu tenha percebido isso tão tarde, pois cerca de três anos após meu divórcio tive uma quarta filha e achei que poderia contar com meus pais.
Fui para o Brasil, onde eles moram, durante minha gravidez e dei à luz lá. Tive que ficar mais tempo do que o esperado devido à pandemia de covid e a outros problemas. Quando voltei para a Bélgica para continuar lutando pelos meus filhos, que ainda hoje estão em perigo, deixei minha filha mais nova, que nasceu no Brasil, sob os cuidados da minha mãe, sem saber o quanto ela era má e o que era capaz de fazer. Mais tarde, descobri que ela havia dado a minha bebê para a empregada dela (com quem ela tem uma dívida enorme de INSS) e que a minha bebê estava vivendo em uma favela perigosa, cercada por estranhos analfabetos e na pobreza. Ela via minha filha apenas nos fins de semana. Eu ainda estava bastante ocupada com o processo judicial das outras três crianças, procurando moradia e emprego, mas fiz o possível para voltar para buscá-la o mais rápido possível.
Fui buscar minha bebê na favela, onde ela havia sido abandonada (e provavelmente vendida em troca de recompensa da dívida da minha mãe). A empregada não queria me devolver minha filha, mas eu a peguei mesmo assim e fui para um hotel até poder voltar para casa.
No aeroporto, fui assediada por minha mãe e pela empregada, que vieram com um grupo de pessoas para tentar me impedir de viajar de volta para casa com minha filha.
Eles tentaram sequestrar minha filha e fizeram um escândalo, então tive que chamar a polícia, que me ajudou a embarcar em segurança com a Lauren.
Voltei para casa com minha filha e tudo estava indo perfeitamente bem por mais de um mês, até que um dia, de repente, quatro agentes da polícia chegaram à nossa casa com uma ordem judicial para colocar minha filha em uma instituição, explicando que haviam recebido cartas do meu pai Rômulo Rostand alegando falsamente que eu havia levado minha filha com violência e que eu teria problemas mentais.
Detalhe importante: Rômulo Rostand mora à 370 km (João Pessoa-PE) de distância da sua ex-mulher Vera Lucia e nunca teve contato com minha filha Lauren. Ele não estava nem em Maceió-AL quando eu voltei pra buscá-la, ele fez relatos falsos de situações que ele nem mesmo presenciou.
As autoridades belgas não fizeram nenhuma verificação da alegação, não fizeram nenhuma visita, conversa ou avaliação social. Eles simplesmente a levaram e o caso foi entregue ao mesmo juiz corrupto que, por sinal, deu a guarda dos meus outros três filhos a um pedófilo. Esse juiz não ouviu uma palavra do que eu disse e deu permissão imediata para Vera Lucia (minha mãe psicopata) pegar minha filha na instituição e viajar com ela para o Brasil depois de apenas 4 dias úteis em que ela foi tirada de mim. O juiz tomou essa decisão dentro de uma "medida de segurança".
Na prática, trata-se de um sequestro internacional obtido com fraude.
O sistema judiciário belga é 100% corrupto. A decisão desse juiz estava além de sua competência e jurisdição, mas na Bélgica eles abusam de seu poder e fazem o que querem.
Eu também fui ameaçada pelo meu ex-marido de que, se eu voltasse para a Bélgica, ele faria com que os assistentes sociais tirassem minha filha mais nova de mim. Ele chegou ao ponto de me ameaçar que, se eu voltasse para a Bélgica, nunca mais veria meus filhos. E meus pais aderiram à chantagem.

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